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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Confira as 10 maiores bizarrices do Poder em 2009

Visivelmente irritado, Collor disse para Simon engolir suas palavras Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Visivelmente irritado, Collor disse para Simon "engolir" suas palavras
04 de agosto de 2009
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Um ano de escândalos no Congresso Nacional, polêmica no Judiciário e apagão energético gerou muitas cenas inusitadas na capital federal. A editoria de Brasil do portal Terra organizou um ranking dos 10 episódios mais bizarros de 2009. Confira:

10. Mercadante volta atrás
Em agosto, o senador Aloizio Mercadante decidiu colocar seu cargo de líder do PT na Casa à disposição. Irritado com uma manobra do partido para livrar o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), de ações no Conselho de Ética, disse, no site de microblog Twitter, que sua decisão tinha caráter "irrevogável". Após se reunir com o presidente Lula, Mercadante voltou atrás em sua renúncia. "Errei ao anunciar uma renúncia irrevogável", disse.

9. Cacique Cobra Coral e o apagão
Com a dificuldade do governo de dar uma explicação sobre o apagão que atingiu 18 Estados, o senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) decidiu pedir a convocação da médium Adelaide Scritori, que diz receber o espírito do cacique Cobra Coral, para a Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado. A Fundação Cobra Coral é conhecida por supostamente prever e evitar catástrofes naturais. O requerimento gerou bate-boca entre senadores, mas foi aprovado. Dias depois, a oposição retirou o pedido.

8. Renan Calheiros x Tasso Jereissati
O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) contracenou cenas de bate-boca durante a crise do Senado. Nessa, Renan apresentava um requerimento contra o líder do PSDB, Arthur Virgílio (PSDB-AM), por quebra de decoro quando Tasso Jereissati (PSDB-CE) tentou defender o colega tucano. Renan, apontando para o opositor, disse: "minoria com complexo de maioria". Tasso retrucou: "não aponte esse dedo sujo para mim". As trocas de ofensas aumentaram: "eu coronel cangaceiro? cangaceiro de terceira categoria (é o senhor)", gritou o tucano. No fim da discussão, algo dito por Renan fora do microfone não agradou o tucano. "Repete o que você disse! Decoro parlamentar. Repete o que você disse."

7. Bigode vira símbolo contra corrupção
Com uma enxurrada de denúncias envolvendo o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), internautas anunciaram um movimento intitulado "greve do bigode". Com o peemedebista firme no cargo, o bigode cultivado por ele durante toda sua carreira política virou símbolo contra a corrupção. Um blog na internet com o slogan "Só tiro o meu quando o Senado tirar o dele" reuniu fotos de internautas com pelos reais ou virtuais sob o nariz.

6. Lula explica mudanças climáticas
Em destaque internacional ao cobrar dos Estados Unidos e da China metas sobre o clima, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu dar explicações sobre as mudanças climáticas durante encontro do Mutirão Arco Verde Terra Legal, em Brasília. Lula disse que a questão do clima é delicada porque o mundo é redondo e explicou que a situação seria diferente se a Terra fosse quadrada. "Se o mundo fosse quadrado ou retangular e a gente soubesse que o nosso território está a 14 mil km de distância dos centros mais poluidores, ótimo, vai ficar só lá. Mas como o mundo gira e a gente também passa lá embaixo, onde está mais poluído, a responsabilidade é nossa."

5. Suplicy mostra cartão vermelho
Depois do senador José Sarney (PMDB-AP) ter se livrado de 11 ações contra ele no Conselho de Ética, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) decidiu subir à tribuna para pedir que o peemedebista deixasse a presidente do Senado. Como um juiz de futebol, Suplicy mostrou no Plenário um cartão vermelho. Após o gesto, o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) tomou a palavra e disse que Suplicy não estava sendo sincero e disse que o petista deveria mostrar o cartão vermelho ao presidente Lula. A partir daí, os dois começaram a travar mais um intenso bate-boca no Plenário.

4. Collor na Academia Alagoana de Letras
Com livros desconhecidos pelo público, o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) foi eleito, por 22 votos favoráveis e oito em branco, como "imortal" para a Academia Alagoana de Letras. Os supostos livros apresentados pela Academia tinham títulos semelhantes aos artigos escritos por Collor no jornal Gazeta de Alagoas, da família dele. Outra publicação era o discurso de posse do ex-presidente no Senado, em que fazia uma revisão sobre o que na época chamou de "injustiças".

3. Collor manda Simon "engolir" palavras
O quarto lugar das cenas bizarras também aparece na terceira posição. Eleito "imortal" pelas palavras que escreveu em Alagoas, o senador Fernando Collor, nesse episódio, ficou marcado por ter mandado o colega Pedro Simon (PMDB-RS) engolir e digerir as palavras que havia dito. Após um discurso de Simon contra Sarney, em que Collor e Renan Calheiros (PMDB-AL) foram citados, o ex-presidente alagoano tomou a palavra visivelmente irritado e disse: "as palavras que o senhor acabou de pronunciar são palavras, em relação a mim e às minhas relações políticas, que eu não aceito. E são palavras que eu quero que o senhor as engula e as digira, como julgar conveniente".

2. Suplicy desfila de sunga no Senado
Depois do cartão vermelho, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) protagonizou outra cena inusitada ao colocar, no Senado, uma sunga vermelha por cima da calça. O parlamentar atendia a um pedido da apresentadora Sabrina Sato, do programa Pânico na TV, que estava em busca de um "super-herói" na Casa. Após o episódio, o senador Romeu Tuma (PTB-SP), corregedor do Senado, abriu uma investigação para verificar se o petista havia quebrado decoro parlamentar.

1. Bate-boca no Supremo
Conhecidos pela erudição e notável saber jurídico, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) testemunharam uma cena de bate-boca entre dois de seus colegas: Joaquim Barbosa e o presidente da Corte, Gilmar Mendes. Era uma sessão comum, em um julgamento sobre a previdência pública do Paraná, quando Barbosa questionou uma suposta "sonegação de informações" em uma decisão. Mendes disse que o colega não tinha condições "de dar lição a ninguém". Barbosa rebateu, dizendo que Mendes estava "destruindo a Justiça desse País". "Saia às ruas", disse o ministro ao presidente da Corte. "Quando Vossa Excelência se dirige a mim não está falando com seus capangas do Mato Grosso", continuou Barbosa.

ESSES SÃO OS NOSSOS POLITICOS. VAMOS CONTINUAR VOTANDO NELES???

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